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Agricultores de sete países estão no RN

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JOTTA PAIVA

Da Redação

O Rio Grande do Norte está sendo palco de mais um encontro internacional da agricultura familiar. A Confederação das Organizações de Produtores Familiares, Camponeses e Indígenas do Mercosul Ampliado (COPROFAM) está reunida desde domingo, 14, em Natal, onde reúne agricultores e líderes de varias nacões.

O Intercâmbio é uma atividade complementar ao Programa de Formação de Líderes Rurais em Gestão Territorial que está se desenvolvendo em sete países da América do Sul (Argentina, Uruguai, Chile, Paraguai, Bolívia, Perú e Equador), que é organizada pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e a Coprofam e financiada pelo Governo Espanhol através da AECID.

O encontro tem como objetivo promover o intercâmbio de conhecimentos entre os líderes rurais sobre o tema "Desenvolvimento Territorial Participativo", além de buscar ampliar e fortalecer a rede de contatos e intercâmbios entre as organizações camponesas e indígenas representadas nos cursos.

A movimentação começou domingo, 24, às 9h, no Centro de Treinamento de Ponta Negra João Paulo II, em Natal. Ontem, a equipe visitou a Escola Agrícola de Jundiaí, em Macaíba. À noite eles dormiram em Martins, na região serrana e hoje seguem para Apodi, onde visitarão as comunidades de Laje do Meio e Moacir Lucena. Amanhã vão a Caraúbas, visitar o assentamento Santa Agostinha, depois retornam à Apodi. As visitas ao Território Sertão do Apodi, conhecendo as ações desenvolvidas pelo Projeto Dom Helder Câmara (PDHC), seguirão até o dia 30.

Participam do intercâmbio 28 dirigentes da Coprofam da Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Perú, Uruguai e dirigentes das organizações de agricultores familiares, camponeses e indígenas do Equador; dois representantes diretos da Coprofam; representante do Fundo Interamericano de Desenvolvimento para a Agricultura (FIDA); da Secretaria de Desenvolvimento Territorial e Ministério de Desenvolvimento Agrário do Brasil; da Rede Espanhola de Desenvolvimento Rural (REDR); diretores da Federação dos Trabalhadores da Agricultura (FETAG/RN); e representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG).

Para a supervisora regional do PDHC, Rosane Gurgel, o intercâmbio Brasil é muito importante por ser uma forma de interagir as ações. "A FAO tem todo um apoio voltado à agricultura familiar, e vai de acordo com aquilo que realizamos na nossa região, além de permitir uma troca de experiência para o Território, principalmente para as pessoas da agricultura familiar, das comunidades e assentamentos, que ficarão sabendo como as outras regiões do mundo atuam na área", completou Rosane Gurgel.

 

JORNAL DE FATO

26 de outubro de 2010

 

 

   

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